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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Os jogos na Luta Contra a Demência

   Com o aumento da demência na atualidade precisamos cuidar do nosso cérebro para que ele esteja em atividades todo o tempo.  O cérebro humano é composto por dois tipos de memórias: a memória de longo prazo e a memória de curto prazo. A de curto prazo é aquela que armazena as informações que serão utilizadas “aqui e agora”, como as frases ditas em um filme, que são importantes para a compreensão do restante da história. Já a de longo prazo guarda detalhes de fatos que presenciamos ou que nos foram contados e que nos deixaram alguma marca. A memória de longo prazo não costuma sofrer muitas alterações com o passar dos anos e é por isso que os idosos costumam lembrar-se mais das coisas que viveram no passado do que das mais recentes. Já a memória de curto prazo fica bastante danificada e precisa ser trabalhada e incitada, para que continue funcionando plenamente. E é nesse ponto que entram os exercícios para estimular a memória, opção também para quem quer prevenir o Alzheimer.

Conheçam algumas dicas para estimular a memória.


1-      Palavras Cruzadas


   Os jogos no papel, que podem ser praticados sozinho ou em grupo são ótimos para a manutenção da memória. Os jogos de palavras cruzadas costumam ser os preferidos pelos neurologistas, pois exigem que o cérebro faça uma busca em todo o seu conhecimento.

2-      Leitura
                                    
   Ler é um ato imprescindível ao longo de toda a vida, mas na terceira idade ele ganha ainda mais força e importância. É que a leitura estimula tanto a memória de curto prazo quanto a memória de longo prazo.

3-      Jogos Infantis 



   Os jogos infantis são de grande importância para estimular a memória, pois as habilidades que precisam ser desenvolvidas na infância necessitam de manutenção na maturidade. Quebra-cabeças,  jogo da memória, ‘qual é a música?” e dominó são boas dicas.

4-      Rotina em movimento 




   Existem algumas possibilidades de incitar o cérebro com as atividades rotineira. Preencha uma lista de compras para o supermercado, mas tente recolher todos os itens sem ter que consultá-la. Na hora do banho, faça um esforço para pegar shampoos e sabonetes sem ter que olhar, somente lembrando de onde estão os produtos. Memorize uma palavra em outdoor e tente lembrar-se de ao menos outras 3 que comecem com a mesma letra.  

E ai, que tal praticar essas dicas!

Raquel Bragança


Fonte: 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Pioneiro da memória

 


Referência no país no estudo e pesquisa da memória o Hospital Israelita Albert Einstein , localizado na cidade de São Paulo, define memória, seu funcionamento e falhas de maneira que possamos entender com mais facilidade para identificar métodos de tratamento mais específicos.



“A memória é uma forma de registrar informações, como se fosse um arquivo e, como todo processo de arquivamento, exige atenção”, define dr. Fábio Nasri, médico do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

Mecanismos de funcionamento

A memória é um processo complexo que utiliza os cinco sentidos para captar informações e envolve diferentes habilidades e estágios. Falhas em qualquer uma das etapas pode resultar na perda da informação.
  • Atenção: habilidade de estar atento para absorver as informações.
  • Registro / Codificação: registro inicial da informação, assim que é recebida pelo cérebro. Nesse estágio é determinado se o dado será armazenado ou não e isso vai depender da atenção despendida e do quanto a informação é significativa.
  • Armazenamento: se a informação foi registrada, ficará armazenada na memória de longo prazo.
  • Consolidação: processo de utilização da informação que foi armazenada. Caso um dado não seja utilizado com frequência, será descartado pelo cérebro.
  • Evocação / Lembrança: resgate da informação, seja voluntariamente ou porque se fez necessária em algum momento.

Falhas frequentes

Em geral, os problemas de memória começam a se apresentar depois dos 60 anos. Nas pessoas mais jovens, as falhas frequentes estão relacionadas a outros problemas, como distúrbios do sono ou déficit de atenção. “Quem dorme mal, pode mostrar-se mais irritado e com menor capacidade de concentração durante o dia, o que vai incidir diretamente na memória”, explica Camila Prade, neuropsicóloga do Centro de Reabilitação do HIAE.
Segundo a neuropsicóloga, a atenção é uma das funções mentais mais atingidas em casos de estresse, depressão, ansiedade e fadiga e, por consequência, os problemas começam a aparecer na memória. “Quando lidamos com muitas informações, nosso cérebro prioriza algumas e descarta outras, assim detalhes como ‘onde está a chave do carro’ podem ser esquecidos e confundidos com problemas de memória”, completa.

Doenças degenerativas

Desde o nascimento, o ser humano perde e repõe neurônios – células nervosas responsáveis pela produção e condução dos estímulos. Com o envelhecimento, a capacidade de reposição dessas células diminui. “Os resultados são as primeiras falhas de memória, como o esquecimento de fatos recentes e nomes”, explica o dr. Nasri.
Nas pessoas mais jovens, as falhas estão relacionadas a problemas, como distúrbios do sono ou déficit de atenção
O aumento da expectativa de vida acarretou mais casos de doenças degenerativas cerebrais. A principal delas é o mal de Alzheimer, o tipo mais frequente de demência, caracterizado pela perda progressiva das funções intelectuais.
Segundo o dr. Nasri, os primeiros sinais da doença se manifestam por meio da perda de memória. Os familiares devem estar atentos quando o idoso passa a esquecer nomes e fisionomias com muita frequência, além de compromissos e datas. Outros sinais são falta de assunto e iniciativa, incapacidade de manter um diálogo e respostas monossilábicas.

Memória afiada

Para manter a memória saudável e eficaz é preciso começar a treinar desde cedo. E não basta ler livros ou jornais, é preciso também dialogar, expor opiniões. “Durante a atividade argumentativa, o cérebro é requisitado para opinar e replicar, assim a argumentação é fundamental para a memória. Ao ler um livro, a pessoa pode apenas guardar a informação sem discuti-la, o que não tem o mesmo efeito no cérebro”, afirma o geriatra.
Algumas orientações para quem quer manter a memória afiada:
  • Alimentação saudável, com baixo teor de gordura para prevenir doenças vasculares;
  • Prática de atividades físicas;
  • Estilo de vida menos estressante;
  • Boa qualidade de sono;
  • Estímulo da atividade mental com hobbies e leituras;
  • Organização de compromissos;
  • Intervalos frequentes entre as atividades para garantir melhor nível de concentração.

domingo, 29 de março de 2015

Benefícios da leitura

      Vocês sabem por que a leitura é uma aliada do nosso cérebro? 
      Porque quando lemos, as áreas de nosso cérebro ligadas à concentração e a atenção são mais irrigadas pelo sangue, e com isso nossa memória é estimulada. Além disso, a capacidade de nossa mente se expande e também utilizamos a nossa imaginação ao mergulharmos nos enredos lidos.
     Não se trata de uma leitura qualquer, estamos falando aqui de uma leitura criteriosa; uma leitura crítica, ou seja, aquele tipo de leitura em que buscamos compreender as ideias do autor e analisamos com atenção o texto lido. 
   A leitura é uma atividade que precisa ser estimulada e praticada, como nos ensinou o mestre Paulo Freire.

     Nosso blog selecionou para vocês, 5 livros muito interessantes e com temas já abordamos aqui.
                                          
Alzheimer
Fernando Aguzzoli
Atividade física
Marcio Atalla
Autismo
Ana Beatriz Barbosa
Pedagogia
Paulo Freire

Alzheimer
Mem Fox e Julie Vivas




Texto: Luciana  Cardozo
Fonte: www.drauziovarella.com.br
http://revistavivasaude.uol.com.br/bem-estar/beneficios-da-leitura/1794/

Dr. Dráuzio Varella entrevista o neurocientista Ivan Izquierdo.
http://drauziovarella.com.br/audios-videos/entrevista_izquierdo02_002/

quarta-feira, 25 de março de 2015

Benefícios da atividade física 2


Mexa-se


     São vários os benefícios que a atividade física proporciona ao cérebro. Confira o vídeo abaixo e descubra mais alguns deles!


Luciana Cardozo

terça-feira, 24 de março de 2015

Benefícios da atividade física

Os amigos do cérebro: a atividade física

    São várias as atividades que trazem benefícios ao cérebro e por extensão à memória também, como mostra a figura abaixo.                                                          



     Entre essas atividades, podemos destacar:
  • Alimentação balanceada
  • Dormir bem
  • Exercitar o cérebro
  • Leitura
  • Atividade física

     A atividade física acarreta uma série de benefícios para o cérebro, tais como: 
  1. Aumento do número de neurônios do hipocampo(local onde a memória é armazenada). 
  2. Liberação de substâncias benéficas ao cérebro, como a  endorfina. 
  3. Ativa a produção de dopamina, neurotransmissor que proporciona sensação de prazer e bem estar. 
  4. Aumenta a produção de serotonina, neurotransmissor que exerce influência sobre nosso humor.                                                     Segundo alguns médicos, bastam apenas 30 minutinhos de atividade física por dia. Se você não é adepto de academias, uma simples caminhada cumpre bem esse papel. 
     Então, não fique aí parado na frente da tevê ou do computador. Corra, nade, pedale, dance... 
     Enfim, encontre uma atividade que você goste e mexa-se! 
Lembre-se:


Texto: Luciana Cardozo

Saiba mais sobre esse assunto:
www.saudeemmovimento.com.br
www.primalbrasil.com.br


quarta-feira, 18 de março de 2015

Saúde mental no trabalho

Trabalhar muito pode fazer mal à saúde? 

Sim, o excesso de trabalho sem pausas para descanso, pode trazer problemas sérios a saúde física e mental, como a síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo), que é um estado de stress elevando oriundo de situações da atividade profissional.


Síndrome do esgotamento profissional, ou também chamada Síndrome da Desistência Simbólica do Educador, foi assim denominada pelo psicanalista Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 70. É uma exaustão física e mental que está ligada  à vida profissional, que na maioria das vezes requer um contato direto e intenso com pessoas, principalmente em relação de ajuda, como policiais, médicos e professores.


OS PRINCIPAIS SINTOMAS DA BURNOUT

Nos estágios iniciais da burnout são praticamente os mesmos do estresse e da depressão, mas a síndrome tem características próprias, como a fadiga constante, distúrbios de sono, dores musculares, dores de cabeça, queda de cabelo, problemas gastrointestinais, respiratórios, cardiovasculares. Além desses, existem sintomas psicológicos como: dificuldade de concentração, lentidão ou alteração do pensamento, alteração do humor, lapsos de memória, impaciência, irritabilidade, baixa autoestima, desconfiança, depressão, em alguns casos paranoia ou até ataques de Pânico (taquicardia, sudorese, falta de ar, tremor, fraqueza nas pernas, ondas de frio ou de calor, tontura, sensação de que o ambiente está estranho, que a pessoa "não está lá" (isso se chama desrealização), de que vai desmaiar, de que vai ter um infarto, de uma pressão na cabeça, de que vai "ficar louco", assim como crises noturnas de acordar com o coração disparando e com sudorese intensa).


Memória Afetada

Especialistas concordam que, por si só, uma jornada de 60 horas semanais não causa doença, contanto que se encontre o equilíbrio entre tensão e relaxamento. Pacientes afetados pela síndrome, entretanto, ultrapassaram muito a "fronteira da adaptabilidade às demandas". Os sistemas internos de processamento do stress dessas pessoas sofrem de sobrecarga crônica.

 Vale lembrar que somente o médico ou psicoterapeuta podem avaliar e fazer as devidas intervenções.

Burnout: por que sofrem os professores?

Uma pesquisa realizada em 2002, pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), já mostrava que a Síndrome, afetava cerca de 30% dos professores do país. E que o avanço da Burnout está ligada principalmente as condições de trabalho, falta de tempo, desvalorização moral e financeira, falta de assistência e recursos, grande número de alunos por sala de aula, violência nas escolas, comportamento dos estudantes, falta de respeito e autonomia e até mesmo o relacionamento com os pais e a direção escolar. 


Dicas para a prevenção da Burnout:

  •  Programe melhor as atividades do dia, deixando espaço para intervalos importantes.
  •  Diferencie competência de competição.
  •  Promova ou busque qualidade nas relações interpessoais.
  • Ainda vale a máxima: “Corpo são, mente sã”. Portanto, procure fazer algum tipo de atividade física dirigida.



O SINPRO Rio disponibilizou uma cartilha sobre Síndrome de Burnout no portal Saúde do Professor. 
Tenha mais informações em: 
http://www.revistaoprofessor.com.br/wordpress/wp-content/themes/revistaonline/download/cartilhasaude.pdf

Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Síndrome_de_burnout , http://www.revistaoprofessor.com.br/wordpress/?p=283 e http://iguinho.com.br/maluquinho/entrevista_prof.htm

Priscilla Nascimento

domingo, 15 de março de 2015

INIMIGO DO CÉREBRO: O ÁLCOOL

Como o álcool prejudica o cérebro

  Continuado nosso bate papo sobre os malefícios do fumo e do álcool veremos uma reportagem feita pelo Jornal Extra como o álcool em excesso pode ser prejudicial a saúde.


 Psiquiatras alertam que o abuso de álcool pode causar epidemia de demência

LONDRES - Os abusos no consumo de álcool dos britânicos pode gerar uma "silenciosa epidemia de demência", advertem especialistas em um estudo publicado no "The British Journal of Psychiatry". De acordo com a pesquisa dos psiquiatras Dusham Gupta e James Warner, esses excessos podem causar a perda de tecido cerebral, o que prejudica ao longo prazo as faculdades mentais.
- Devido aos efeitos neurotóxicos de álcool e ao aumento inegável do seu consumo, futuras gerações podem ver um aumento desproporcional dos casos de demência relacionada com o álcool - afirmam os psiquiatras Gupta e Warner.
O álcool é considerado responsável por 10% dos casos de demência no mundo. Ainda que o consumo moderado de álcool possa ter certos efeitos positivos, o abuso é muito nocivo já que eleva a pressão sanguínea, aumenta o nível de gorduras no sangue e danifica o tecido cerebral, acrescentam os psiquiatras.
   
  Atualmente nossos jovens estão vivendo suas vidas sem se preocupar com as consequências que suas atitudes podem causar no futuro, e para não ficar fora do grupo estão vivendo suas vidas de forma desregrada. O álcool é usado sem moderação, e como vimos na reportagem do Jornal Extra essa conduta pode gerar no futuro uma população com sérios problemas de demência.
  Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, demostrou uma ligação entre o consumo excessivo de álcool por idosos e o risco de desenvolver demência. A pesquisa aponta que consumir a bebida em excesso duas ou mais vezes por mês aumenta em 2,5 vezes os riscos de declínio cognitivo e de memória.
   O estudo mostrou que 8,3% dos homens e 1,5% das mulheres consumiam álcool em excesso uma vez ou mais por mês. Já 4,3% dos homens e 0,5% das mulheres relataram que as bebedeiras aconteciam duas ou mais vezes por mês. Para os pesquisadores, consumir álcool em excesso significa beber quatro ou mais doses em uma mesma ocasião.
  Os participantes que relataram consumir álcool em excesso duas ou mais vezes por mês tinham 2,5 vezes mais chances de estar no grupo com os piores casos de declínio das funções cognitivas e também 2,5 vezes mais chances de estar no grupo dos casos mais graves de perda de memória. Os resultados foram similares para homens e mulheres.


Raquel Bragança

 Fonte de Pesquisa:



sábado, 14 de março de 2015

#FicaaDica: filme "Para sempre Alice"

Filme "Para sempre Alice"

     Estreou essa semana o filme "Para sempre Alice", que narra a história de uma professora de Linguística que descobre ser portadora de Alzheimer genético. É um tipo raro da doença que atinge pessoas com cerca de 50 anos, como a personagem do filme ou até menos, como o inglês Chris Graham de apenas 39 anos, mas que já sofre com os sinais da doença. Saiba mais AQUI!
     Por sua atuação no filme, a atriz Julianne Moore que vive a personagem Alice, foi contemplada com o Oscar de melhor atriz em 2015.
    Que tal um cineminha com os amigos ou a família? Fuja do stress e aproveite o fim de semana para relaxar. Seu cérebro agradece! 
                    
                    Assista ao trailer do filme!

    Texto: Luciana  Cardozo

quarta-feira, 11 de março de 2015

O cérebro e a demência

O que é demência?


     É uma doença mental que tem como características o declínio das funções intelectuais, o que acontece de forma progressiva; alterações na memória de curta e longa duração e no raciocínio, além de provocar desorientação relacionada ao tempo e ao espaço. Na maioria das vezes, a doença aparece em pessoas acima de 65 anos. 
     É importante ressaltar que somente a perda de memória não significa que a pessoa tenha demência, pois é comum com o envelhecimento acontecerem esquecimentos.  A demência ocorre quando há comprometimento de pelo menos duas funções cerebrais.

Ex.: Perda de memória associada a prejuízo na linguagem.
     
    A doença de Alzheimer é a forma mais conhecida de demência. Existem outros tipos de demência além da que foi citada, são elas:
     Para um melhor entendimento do assunto, assista ao curta "Dona Cristina perdeu a memória"  e ao vídeo "Envelhecer é gostoso! Melhor ainda é amar um idoso!". Neles, podemos identificar alguns sinais da doença de Alzheimer, tais como:

  1. Perda da memória recente com repetição das mesmas perguntas ou dos mesmos assuntos.
  2. Esquecimento de eventos, de compromissos ou do lugar onde guardou seus pertences.
  3. Dificuldade para se orientar no tempo e no espaço.
  4. Confusão mental que faz com que a pessoa não lembre de nomes e de pessoas.
Vídeo 1: Dona Cristina perdeu a memória




Vídeo 2: Envelhecer é gostoso! Melhor ainda é amar um idoso!







Texto: Luciana Cardozo

Saiba mais sobre o assunto!
Fonte de pesquisa: 
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/alzheimer
http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/alzheimer-2/
http://abraz.org.br/sobre-alzheimer/o-que-e-alzheimer
http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal

domingo, 8 de março de 2015

O cérebro e a memória

O cérebro e a memória

Como o cérebro armazena as informações que recebemos todos os dias?
Tudo que vemos, aprendemos, ouvimos e sentimos fica preservado em nossa memória, por muito ou pouco tempo. Mas  em que lugar o cérebro guarda esse conhecimento? 
Como ter uma memória de elefante? Por que perdemos a memória?
Para descobrir essas e outras respostas, primeiro, precisamos definir o que é memória.
Afinal, o que é memória?

"A memória é a capacidade de adquirir (aquisição), armazenar (consolidação) e recuperar (evocar) informações disponíveis, seja internamente, no cérebro (memória biológica), seja externamente, em dispositivos artificiais (memória artificial).
A memória focaliza coisas específicas, requer grande quantidade de energia mental e deteriora-se com a idade. É um processo que conecta pedaços de memória e conhecimentos a fim de gerar novas ideias, ajudando a tomar decisões diárias.
Memória, segundo diversos estudiosos, é a base do conhecimento. Como tal, deve ser trabalhada e estimulada. É através dela que damos significado ao cotidiano e acumulamos experiências para utilizar durante a vida." 
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria
A memória é armazenada no hipocampo e na amigdala,  estruturas que compõem o lobo temporal medial  do cérebro. 
Texto: Luciana Cardozo

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